quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ARTE PARA PRESENTE

E os colares estão de volta com novos desenhos. R$ 20,00 qualquer um deles mais frete.
Envie email indicando qual peça abaixo você quer (peça pelo número!) e endereço para cálculo do frete
01.02.03 - 04 - 05Detalhe das peças06 - 0708 - 09 - 1011.12.Broches
13 - 14 - 15 - 16 - 17Detalhe18.19. 20.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

TOYS PARA PRESENTE DE NATAL

Depois da safra piloto que saiu bombando, chegam mais trinta exemplares dos Toys da Vó Nair! E estão acabando!!!
R$ 35,00 qualquer peça. Enviamos pelo correio.
Consulte preço do frete enviando email com seu endereço para criz.suzuki@terra.com.br
Esta é a mais recente criação: Uma barata muito louca! Dos cinco exemplares esta é a última peça!
Este também é um mascote novo que ainda não descobrimos de que se trata!
Esta é a última vaquinha com piercing
Os gatos "Prozac"
O último gato "Toni Ramos"
As lulas "Presidente"
E a turma toda reunida!

domingo, 26 de setembro de 2010

TOYS DA VÓ NAIR GANHAM O MUNDO!

Ontem apresentei os toys da vó Nair à criançada. Pelos apertões que eles levaram, foram aprovados por elas. Mas quem surtou meu foram os adultos, que levaram grande parte destas raridades. Os toys abaixo além de donos, receberam nomes logo no primeiro olhar.
Nem Eduardo Nunes resistiu e presenteou Bia com esta Vaquinha bem doida.


Penélope Martins batizou esta "pessoa de Prozac.

O Gato "Tony Ramos" fez sucesso e foi o primeiro a arrebatar corações.
Agora ele pertence a Bia Toth.

TOYS DA VÓ NAIR

Minha mãe fez nascer estas criaturazinhas. E eu as registrei com o nome acima.
Eram 10 e 5 já ganharam o mundo!
E vem mais por aí.
Quem quiser basta enviar um email para criz.suzuki@terra.com.br e fazer a encomenda.
R$ 35,00 qualquer um deles.
Toys da Vó Nair. Nenhum é igual ao outro.
01/10/2010:
Todos esses personagens também ganharam o mundo!
Agora só os da segunda safra!


domingo, 11 de outubro de 2009

Criz: - Aqui seguem algumas das criações de minha mãe, bem como algumas de suas histórias.
Todos os colares estão a venda pelo valor de R$ 15,00
mais frete (que será calculado a partir do endereço).
São peças únicas, literalmente e a produção é baixa, acho que até hoje não chegou em 50 peças, ou seja, uma exclusividade!
Feitas com fuxicos, rendas, crochês, costuras, apliques, decoradas com missangas, contas, cristais, sementes e tudo mais que ela encontra pela frente!
Se interessando por alguma delas, envie um email para: criz.suzuki@terra.com.br indicando a peça pela história ou então coloque um comentário com seu endereço no próprio post.



Nair: - Nós somos em 6 irmãos, 4 homens e duas mulheres. Eu sou a segunda. Engraçado, eu sou a única que não foi registrada com nome japonês. Só era Nair Suzuki. Os outros meus irmãos ou só tem nome japonês ou dois nomes, brasileiro e nihon.
Nair: - Meus irmãos são: o mais velho é o Chico, depois vem o Kantaro, aí tem o Takatchan e o mais novo de todos é o João (Takeshi).

Nair: - Minha única irmã é a Maria. O nome dela é Emiko.

Nair: - Quando tínhamos uns 13 anos costumávamos brincar no rio e mergulhávamos pra pegar moréias para comer. Elas costumam se esconder em buracos entre as pedras no fundo dos rios. A gente pegava elas enfiando as mãos nestas tocas. Um dia eu estava a caça de uma delas e enfiei a mão num buraco e o que veio foi uma cobra d'água. Engraçado, a gente não tinha medo de nada.
Nair: - Quando eu e meus irmãos éramos bem pequenos, brincávamos de ser fazendeiros. Fazíamos com gravetos e pedras o curral, casa, roça e o chiqueiro. Para serem os 'porcos' juntávamos lagartas, tipo mandruvás, e fazíamos até o abate. Que nojo! (risos)
Nair: - Outra brincadeira era envergar o bambu até o chão, aí um segurava e outro subia no bambu e depois a pessoa soltava. Ele pegava um embalo tão grande que ia e voltava uma duas ou três vezes.

sábado, 10 de outubro de 2009

Nair: - Quando eu tinha uns sete anos, briguei na escola com um menino e atirei um tijolo que acertou a cabeça dele. Depois disso começaram a me chamar de "Chefinha" (risos)!
Nair: - A gente morava numa casa que a base não ficava no chão, era "suspensa", tinha um vão onde a gente brincava quando era pequeno.
Ela era de madeira e muito grande, acho que com oito quartos.
Dois professores moravam com a gente. Eles não gostavam da comida da minha avó, pois era comida japonesa.
Nair: - Os professores que moravam com a gente gostavam de comer ovos estralados então eles ensinavam minha avó a fazer. O feijão que ela fazia era com os grãos amassados, um caldo, e eles diziam que queriam feijão com caroço inteiro!
Nair: - A gente tinha vários cahorros. Um deles era o Mar. Ele tinha os pêlos castanhos e parecia ser o líder dos cachorros da região, pois quando uivava, todos os outros ficavam quietos.
Ele morreu numa briga com outro cachorro. E meu avô dizia: - Esse é samurai, morreu lutando!